Governo Federal comprou 100 Milhões de doses dessa vacina. As primeiras 1 Milhão de doses serão distribuídas para os 26 Estados e o Distrito Federal


O primeiro lote de vacinas da Pfizer chega amanhã (29) ao Brasil. No total, 1 milhão de doses serão transportadas em voo que chegará ao Aeroporto de Viracopos, com aterrissagem prevista para as 19h.

As doses serão distribuídas para os 26 estados e o Distrito Federal. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação é que sejam priorizadas as capitais devido às condições de armazenamento da vacina, que demanda temperaturas muito baixas.

Conforme o Ministério da Saúde, os entes federados receberão de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC, cuja conservação pode ser feita apenas durante 14 dias. Após entrar na rede de frio, com temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, o prazo para aplicação é de cinco dias.

Por essa razão, o Ministério informou que enviará duas remessas diferentes. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, às primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber.

O Ministério da Saúde comprou 100 milhões de doses do imunizante. Em março, em reunião com a farmacêutica, a pasta apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões de doses.




Estudo revela que uma dose das vacinas Oxford e Pfizer reduzem transmissão pela metade

A pesquisa analisou pessoas contaminadas em ambiente familiar e mostrou que taxa cai em até 49%

Um estudo publicado pela agência de saúde inglesa, Public Health England, nesta quarta-feira (28), revela que a aplicação das vacinas Oxford/AstraZeneca e Pfizer é capaz de reduzir pela metade a taxa de transmissão da Covid-19 em ambiente domiciliar.

A pesquisa analisou pessoas contaminadas após três semanas da aplicação da vacina e que a capacidade de transmitir o vírus aos demais moradores de suas casas caiu em até 49%. Os cientistas encontraram uma queda de 38% a 49% deste índice.

Outra descoberta é que pessoas vacinadas com a dose inicial do imunizante também tem o risco de desenvolver sintomas no início da doença quase zerado e que os sintomas também podem ser impedidos até quatro semanas após a primeira dose.

O estudo está em fase parcial, carece encerrar a etapa de revisão por pares. Ele observou 57 mil pessoas de 24 mil famílias que tinham um familiar vacinado e comparou com quase 1 milhão de contatos de pessoas que ainda não tinham recebido o imunizante.




Via Diário do Poder
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