O comportamento da pandemia no Estado e as ações governamentais para combater a Covid-19 foram repercutidos na Sessão Plenária desta quinta-feira (4), da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Para o deputado Adjuto Afonso (PDT), a aprovação da Medida Provisória (MP) nº 1026/2021, conhecida como MP das Vacinas, que permite a compra direta dos imunizantes pelos Estados e municípios, representa um grande avanço na luta contra a doença que segue com altos índices de infecção e mortes pelo país.

Considero um grande avanço essa aprovação pelo Congresso e espero o apoio de todos para que o presidente sancione essa MP, pois é importante que os municípios e até que empresas possam adquirir as doses e imunizar as pessoas. Nós ficamos muito tempo na dependência do Ministério da Saúde e o Amazonas, que mesmo sendo o estado com maior índice de vacinação não chega a 7%. Se fosse possível a venda direta, com certeza esse índice seria bem maior”, afirmou Adjuto Afonso.

Ações de prefeitos do interior frente à Covid-19 também foram lembradas, a exemplo do que destacou o deputado Abdala Fraxe (Podemos), ao parabenizar o prefeito de Parintins (distante 369 quilômetros de Manaus), Frank Bi Garcia (DEM) pela aquisição de equipamentos de instalação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para o hospital da cidade.

A deputada Mayara Pinheiro (PP) e o deputado Saullo Vianna (PTB) enfatizaram a aquisição dos equipamentos, que foram comprados com recursos próprios da prefeitura. Eles, porém, lembraram que será necessário o apoio da Secretaria Estadual de Saúde na manutenção dos leitos com profissionais especializados.

A continuidade de outros serviços ligados à saúde foi tratada pela deputada Alessandra Campêlo (MDB). A parlamentar frisou que apesar da pandemia, o funcionamento do Hospital Francisca Mendes, na zona Norte de Manaus, segue contínuo. De acordo com ela, a unidade de saúde zerou a fila de hemodinâmica onde desde 2018 pessoas aguardavam pela realização de exames e realizou 200 cirurgias cardíacas, 80 angioplastias, além de 53 cirurgias cardíacas em crianças.


Via Diretoria de Comunicação
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