Mais uma ação conjunta entre órgãos da rede de proteção de crianças e adolescentes do Amazonas foi realizada, na tarde desta quinta-feira (11), nos semáforos das avenidas Paraíba, Djalma Batista, Álvaro Maia, além da Bola do Eldorado e Praça do Chile. O objetivo principal foi combater a exploração para a prática de mendicância, ao mesmo tempo em que oferece o acompanhamento e suporte aos pais, para a obtenção dos benefícios de programas sociais.


Com o apoio do Conselho Tutelar da Zona Centro Sul, Sejusc, Seduc, Seas, Semed e Polícia Militar e de colaboradoras do  Centro de Formação Vida Alegre, que desenvolve ações de cidadania, voltadas para o combate e a superação progressiva da exclusão social, a 6ª ação, de iniciativa da Comissão de Promoção e Defesa das Crianças, Adolescentes e Jovens da Assembleia Legislativa do Amazonas (CPDDCA-Aleam), presidida pelo deputado Álvaro Campelo (Progressistas,) resgatou um total 21 crianças 3 adolescentes e 13 adultos, que terão acompanhamento social e pedagógico.


Segundo Daniel Serrão, representando a Coordenação Geral dos Conselheiros Tutelares do Amazonas, essas abordagens são fundamentais para conhecer a realidade das famílias. "Queremos saber da realidade dessas pessoas mais a fundo. Posteriormente à abordagem, fazer a triagem, identificar a situação real de cada família, para então encaminhar ao Conselho Tutelar da área competente”, afirmou o conselheiro. 


A assistente social, Lilian Vasconcelos, do Centro de Formação Vida Alegre, ressaltou a importância desse tipo de iniciativa para a sociedade em geral.  Para ela, essa é uma oportunidade valiosa para os órgãos orientarem os pais para gravidade de manter essas crianças nas ruas. “Como bem foi falado aqui pelo deputado Álvaro Campelo, o adulto pedir dinheiro nas ruas não é crime, mas usar um filho para pedir, isso sim é crime. Você não pode colocar em risco a saúde, a dignidade e a vida de uma criança”, disse Lilian.

 

De setembro de 2019 até hoje, a Comissão já resgatou mais de 100 crianças dos semáforos da capital amazonense. Uma nova ação já está sendo discutida entre os órgãos, uma vez que esse tipo de prática disparou, em decorrência da pandemia no estado. Denúncias podem ser feitas para o número da (92) 99111-0112 ou 3183-4592.


Via Assessoria de Imprensa 

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