A medida tomada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), a partir desta quarta-feira (2), que a remoção de pacientes de unidades de menor complexidade para unidades de urgência e emergência, pacientes estáveis que necessitam de vagas em unidade de retaguarda para avaliação especializada também terão a transferência otimizada com o novo sistema. Essa medida vem de encontro a Lei nº 3.763, de 12 Junho 2012, aprovada pela Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) de autoria do deputado estadual Cabo Maciel (PL), que obriga os Hospitais Públicos e Privados vinculados ao SUS, a divulgarem a população o número de leitos livres e ocupados.

De acordo com Cabo Maciel a iniciativa faz parte do Programa Saúde Amazonas e busca agilizar o tempo de transferência de pacientes internados na rede de urgência para os hospitais de retaguarda, como a Fundação Hospital Adriano Jorge e Hospital Universitário Getúlio Vargas.

O serviço é gerido pela Central Unificada de Regulação e Agendamento de Consultas e Exames (Cura).

Antes da atualização da ferramenta, as unidades usavam o Sistema Nacional de Regulação (Sisreg), do Ministério da Saúde, que realiza a transferência de pacientes via mensagens trocadas por e-mail, o que tornava o serviço de remoção mais burocrático e lento.

Outra melhoria foi a inserção dos campos de raça, com as etnias indígenas. Criado há pouco mais de um ano, o Sister formalizou, organizou a fila de pacientes e deu mais transparência ao processo.

Antes, o paciente do interior aguardava de três a cinco dias, em média, para ser transferido para a capital. Hoje, a média de espera é de 33 horas. Em Manaus, a espera reduziu de 48 horas para 12 horas.

Via Assessoria de Imprensa

Postagem Anterior Próxima Postagem