A deputada professora Therezinha Ruiz (PSDB) vai solicitar da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e da empresa Hapvida, informações sobre o atendimento aos profissionais da educação do interior, pelo plano de saúde contratado pelo Estado. Conforme anúncio feito em agosto pelo Governo do Estado, a expectativa era de que o atendimento começaria a partir do mês de outubro. O assunto foi levantado na sessão desta terça-feira (24), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Therezinha lembrou que após várias reuniões com representantes da empresa, da Seduc e com a presença de membros da Comissão de Educação, ficou definido o planejamento da ampliação do plano de saúde, com prazo de 18 de outubro para o início das atividades.

O Governador Wilson Lima confirmou que o serviço seria implantado em 11 cidades-polo para atendimento a mais de 15 mil profissionais da educação dos 61 municípios, sem implicar em novos gastos para o Estado.

Vamos solicitar as informações detalhadas sobre a implantação do serviço, para repassar os dados concretos aos professores do interior e aos deputados”, afirmou Therezinha Ruiz, que preside a Comissão de Educação da Aleam.




Fundeb


O pagamento do abono aos professores da rede municipal e estadual, com os recursos do saldo do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), foi outro ponto destacado pela deputada Therezinha Ruiz.

Em relação aos professores municipais, Therezinha disse que o prefeito Artur Virgilio Neto está estudando o saldo do Fundeb, para pagar o abono em folha extra no mês de dezembro. Por outro lado, o pagamento do 13º e 14º salários, está confirmado conforme decreto publicado no Diário Oficial do Município (DOM).

Trata-se de uma bonificação importante para os professores, reconhecendo o trabalho dos profissionais que se empenharam nas atividades escolares para se adaptar aos novos métodos de ensino virtual”, ressaltou.

No caso dos professores da rede estadual, Therezinha disse que o governador Wilson Lima também já confirmou o planejamento do pagamento do abono salarial com o saldo do Fundeb.

“É um direito dos professores e a educação tem que ser tratada como prioridade pelos executivos, como sempre cobramos por meio de requerimentos”, concluiu a deputada.

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