Tic Tac para o Governo da Morte

Na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça Wilson Lima e Carlos Almeida 'NÃO TEM' maioria logo ambos serão afastados e presos a pedido da Ministério Público Federal e da Polícia Federal



Os chefes dos executivos estaduais podem se preparar
Depois de Wilson Witzel, a Procuradoria-Geral da República (PGR) prepara pelo menos mais três bombas para fazer a fila de governadores andar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) — instância responsável pelo julgamento dos chefes dos executivos estaduais.




Via Veja




Depois de Witzel, STJ mira afastamento de mais governadores

Pelo menos dois chefes estaduais do Executivo, investigados por fraudes durante a pandemia, podem sofrer medidas duras no curto prazo


O governador do Rio, Wilson Witzel Pablo Jacob/Agência O Globo 

Ao decidir, por 14 votos a um, confirmar na quarta-feira, 2, o afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu as portas para procedimentos duros contra políticos pilhados em esquemas de corrupção. Ainda que atípico, a afastamento do político fluminense, disseram sob reserva ministros do STJ, é apenas o primeiro de uma provável leva de novas medidas contra governadores suspeitos de integrarem esquemas de corrupção envolvendo insumos de combate à Covid-19. Conforme revelou VEJA, além de Witzel, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigam outros cinco governadores. Pelo menos dois deles devem ser afastados no curto prazo por ordem do STJ. 

A diferença entre a medida imposta a Witzel e a provável ofensiva contra esses governadores é a tendência de que os casos deles sejam analisados diretamente pela Corte Especial, formada pelos 15 ministros mais antigos do tribunal, e não monocraticamente pelo ministro relator. Quando os rumores de suspensão do mandato do governador do Rio atingiram o ápice cerca de uma semana antes do afastamento propriamente dito, dois ministros do tribunal ouvidos por VEJA afirmaram que o relator poderia, sim, determinar a saída de Witzel com uma só canetada, mas opinaram que seria prudente que medidas duras como esta fossem discutidas por toda a Corte Especial.




Via Veja



***Matéria Atualizada às 13:32 hs.
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