A aprovação da Lei do Gás geraria mais de 30 mil empregos diretos, diminuiria o preço do gás de cozinha, traria fabricas de veículos movidos a gás e investimentos de cerca de R$ 1 Trilhão de Reais mas Wilson Lima vetou a Lei Estadual porque joga contra o povo e a economia do Amazonas





O Deputado Federal Laércio Oliveira (Relator do Projeto de Lei que Abre o Mercado de Gás na Câmara Federal) recomenda aprovação da Lei do Gás e quebra do monopólio para desenvolver o Amazonas e o Brasil.

A Lei Estadual do Gás foi aprovada por unanimidade na Aleam mas Wilson Lima vetou.

Atualmente a base do governo tem votos suficientes para manter o veto do governo. 



Na Tribuna da Assembléia Legislativa Josué Neto afirmou que "o Governador, Wilson Lima, pega propina para manter o monopólio em favor de Carlos Suarez".

Suarez é o dono da Cigás e arrecada cerca de R$ 100 Milhões de Reais, joga fora o gás excedente e leva tudo para onde mora, na Bahia deixando o povo do Amazonas no atraso.



Confira a mensagem do deputado federal, Laércio Oliveira, para o povo do Amazonas no vídeo abaixo:





O leilão dos blocos de Gás foi publicado no Diário Oficial da União mas a falta da Lei Estadual que regule o gás afugenta os investidores e com isso o Amazonas deixa de arrecadar em impostos cerca de R$ 8 Bilhões de Reais por ano.



Por que abrir o mercado do gás? 

A Nova Lei do Gás (PL 6407/2013) é um importante passo para atrair mais investimentos no setor. 

Muitos produtos dependem do gás natural para a sua produção: materiais de construção, vidros e garrafas, alimentos industrializados, bebidas gasosas, papel, aço e ferro dos veículos, entre outros.

O gás mais barato pode reacender o nosso parque industrial de Manaus, reduzir o custo da produção agrícola e chegar aos comércios e residências.

A Abertura do Mercado de gás pode gerar 4 milhões de empregos no Brasil (Fonte: ABRACE).

+ Competitividade: O Brasil tem uma das tarifas mais altas de gás natural. Paga-se, em média, US$ 14/MMBTU (dólares por milhão de BTU, unidade de medida do gás natural). Esse valor prejudica a indústria brasileira, que perde oportunidades para os competidores lá fora. Nos Estados Unidos, esse preço chega a ser US$ 4,5/MMBTU e na Argentina, é de US$ 4,3/MMBTU.

A economia americana é um bom exemplo de indústria que se reergueu impulsionada pelo mercado do gás.

Energia + limpa - O gás natural pode é uma energia firme e menos poluente que a queima de carvão e diesel, hoje utilizados nas geradoras termelétricas.

 + Investimentos: Se o valor do gás do Brasil chegar a US$ 7/MMBTU, os investimentos na economia podem triplicar até 2030. São US$ 30 bilhões a mais na economia.

Energia + barata: a redução de preços do gás natural pode reduzir o custo global da energia, e também na conta de energia dos brasileiros.

+ Agro: A abertura de mercado poderá trazer oportunidades de produzir mais fertilizantes no Brasil (hoje importa-se 80%) e reduzir os custos desse insumo para um setor que alavanca a nossa economia.

Gás de cozinha mais barato: Hoje o Brasil consome 7 milhões de toneladas de GLP por ano, dos quais 2,5 milhões são importados. A abertura do mercado pode quadruplicar a produção de gás de cozinha, tornando o país autosuficiente (Fonte: Gas Energy).

Combustível mais barato: A abertura do mercado pode reduzir o custo do GNV usado para abastecer veículos, reduzindo também o custo do transporte e melhorando a qualidade do ar nas grandes cidades.

Menos poluição: O uso do gás natural nas indústrias pode reduzir as nossas emissões de carbono.

Causa comum: Mais de 60 setores da indústria assinaram a Carta aberta ao Congresso em defesa do Novo Marco Legal do Gás Natural - PL 6407/2013, que promove a abertura do mercado de gás natural.

+ Arrecadação: O volume de negócios e investimentos que virão com a abertura de mercado vai gerar mais arrecadação para governo federal e para os estados.



***Matéria atualizada às 20:48 hs
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