O homem afirma ter visto um novo relatório científico "importante" sugerindo que o vírus não surgiu naturalmente, mas foi produzido por cientistas chineses




Richard Dearlove, ex-chefe do MI6 (Military Intelligence, Section 6), agência de inteligência do Reino Unido, disse em entrevista que acredita que a pandemia de coronavírus "começou como um acidente" quando o vírus escapou de um laboratório na China. As informações são do jornal britânico The Telegraph.

⁠Richard afirma ter visto um novo relatório científico "importante" sugerindo que o vírus não surgiu naturalmente, mas foi produzido por cientistas chineses. A aparente descoberta, se comprovada, aumentará a possibilidade de a China pagar "reparações" pela morte e pela catástrofe econômica que causou ao mundo.

A hipótese de que o novo coronavírus tenha vazado de um laboratório foi endossada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Nesse caso, o vazamento teria acontecido no Instituto de Virologia de Wuhan, província chinesa onde a pandemia teve início. Entretanto, cientistas e a Organização Mundial da Saúde enfatizam que não existe nenhuma evidência para embasar esta ideia.


A virologista Shi Zhengli, que trabalha no instituto e já identificou diversos vírus similares ao SARS, foi acusada nas redes sociais de ser a culpada pelo vazamento do novo coronavírus quando surgiram os primeiros casos de infecções pelo novo vírus em humanos, no entanto, ela reitera que isso não aconteceu.

De acordo com cientistas do Scripps Research, centro de pesquisa norte-americano sem fins lucrativos, o novo coronavírus tem origem natural.

Os pesquisadores analisaram o genoma (o material genético) do SARS-COV-2 e concluíram que não há evidências de que o vírus tenha sido produzido ou manipulado em laboratório. As informações foram publicadas pela revista Natural Medicine.

"Ao comparar os dados disponíveis da sequência do genoma para cepas conhecidas de coronavírus, podemos determinar firmemente que o SARS-CoV-2 se originou através de processos naturais", afirma Kristian Andersen, professor associado de imunologia e microbiologia da Scripps Research.

Via Folha Vitória 
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