Fotos mostram Priscila Delgado de Bairros ao lado do delegado manuseando arma de fogo de grosso calibre. Priscila teria cometido suicídio com um tiro no peito o que não é comum 


Paulo Bilynskyj, de 33 anos, contou que namorada teria visto uma conversa antiga com outra mulher em aplicativo no computador; Polícia Civil de São Paulo aguarda conclusão de laudo pericial

O delegado Paulo Bilynskyj de 33 anos contou com exclusividade ao Fantástico o que teria acontecido no trágico dia 20 de maio, quando ele foi alvejado 6 vezes e a namorada morreu. Segundo o delegado,





Priscila Delgado de Bairros de 27 anos agiu por ciúme.

Paulo sobreviveu depois de passar por três cirurgias. Já Priscila morreu com um tiro no peito. Os dois viveram juntos em um apartamento em São Bernardo do Campo, por duas semanas.

Segundo a versão de Paulo, em entrevista exclusiva, a namorada teria encontrado uma conversa antiga, um dia antes da tragédia e por isso acabou dormindo sozinha em outro quarto após brigarem e ela chegar a dizer que dormiria na casa de um ex-namorado. No dia seguinte a modelo aguardou ele sair do banheiro e disparou seis tiros contra ele, se suicidando em seguida. Já depoimento ele afirma que ela teria lido uma mensagem enquanto ele tomava banho, o que confirma uma versão apurada anteriormente por A Repórter, que aponta que após a briga ele conversou com uma ex-namorada dizendo que havia brigado com Priscila e estava com medo do que a jovem poderia fazer, a ex o aconselhou a sair do apartamento, mas ele explicou que dormiriam em quartos separados. Ao que tudo indica essa segunda mensagem que causou o pivô da tragédia.

Entretanto, há um ponto que entra em total contradição com fatos apurados e imagens registradas. Na entrevista o delegado diz que jamais ensinou a modelo a atirar, e que com ele a namorada não teria usado nenhuma arma. Mas de acordo com a família de Priscila, ela não sabia atirar, e ele que era instrutor de tiros havia lhe ensinado há pouco tempo. A questão é que inúmeras fotos vão contra a declaração de Bilynskyj, e provam que Priscila não só manuseava armas, como estava junto com ele quando o fez.

Além de atuar como delegado, Paulo dá aulas de tiro e usa as redes sociais pra falar sobre armamento. No dia da tragédia, a polícia encontrou cinco armas no apartamento dele - todas com registro. A família de Priscila continua desconfiando da versão do delegado.



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