Depois do modelo especial voltado a surdos e mudos, um novo tipo de máscara promete detectar a presença do novo coronavírus no organismo do usuário. A criação foi feita por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade Harvard.

 A confirmação para a Covid-19 ocorre ao acender uma luz fluorescente, sempre que a pessoa tossir, espirrar ou mesmo durante a respiração. A identificação bastaria ao colocar a máscara sobre o rosto de um paciente com suspeita da doença. De acordo com os pesquisadores, um equipamento desse tipo serviria como uma solução para a ausência de testes em grande quantidade a depender do país. Segundo o bioengenheiro do MIT, Jim Collins, essa máscara poderia ser usada em diversos ambientes, como em aeroportos, no trabalho e em salas de espera de hospitais. 

Ao abrirmos nosso sistema de trânsito, você pode imaginar que ele seja usado nos aeroportos enquanto passamos pela segurança, enquanto esperamos para entrar em um avião. Você ou eu poderíamos usá-lo no caminho para o trabalho. Os hospitais podem usá-lo para os pacientes quando eles entram ou esperam na sala de espera como uma pré-tela de quem está infectado.” Jim Collins – Chefe do laboratório de bioengenharia no MIT

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