Aliado de Doria, Arthur, mandou abrir covas coletivas para enterrar apenas os pobres e sujar a imagem do Amazonas, do Brasil e de Bolsonaro no exterior


O prefeito de Manaus Arthur Neto (PSDB), quase comoveu com a cena patética de folhetim mexicano, ao chorar pedindo ajuda ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), para o combate a epidemia de coronavírus em Manaus.

Os dados das mortes assombram, mais de 17% foram em casa e sem diagnóstico da doença. Ainda ontem a própria prefeitura divulgou que está enterrando pessoas em vala comum, pois afirma haver um colapso no setor funerário.

Em meio ao horror da pandemia Arthur Neto encontrou um modo de arrecadar, ou tentar arrecadar, verba internacional para, segundo ele, combater a epidemia na capital amazonense. Arthur pretende enviar cartas a chefes de estado internacionais do G20 para que financiem o combate aqui. Como se cada um não tivesse seus problemas pontuais também, afinal ninguém no mundo estava totalmente preparado.



Críticas a Bolsonaro

Tentando mostrar um intimidade com pobre que não tem, Arthur Neto, defendeu os coveiros, mas não fez isso pelos profissionais, mas pela crítica ao presidente.

"Queria dizer para ele que tenho muitos coveiros adoecidos. Alguns em estado grave. Tenho muito respeito pelos coveiros. Não sei se ele serviria para ser coveiro. Talvez não servisse. Tomara que ele assuma as funções de verdadeiro presidente da República. Uma delas é respeitar os coveiros", disse.

Ora, pra alguém que não deu suporte à saúde básica, fazendo que o estado ficasse sobrecarregado, a demonstração de preocupação do prefeito vem tarde.

Não tem dinheiro? E os R$ 23 milhões gastos com publicidade. E os outros milhões gastos com coisas supérfluas em meio a pandemia. Dinheiro não falta, mas a ganância de Arthur Neto e sua trupe, impede de agir com inteligência. Ou só é um efeito colateral da esclerose moral que vem sofrendo.



Via Laranjeiras FM
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