O governador do Amazonas, Wilson Lima, enfrenta um crescente desgaste popular agravado pela crise na Saúde, com a perda de apoio político e uma grande pressão popular sobre a Assembléia Legislativa para um impeachment do governador e do vice 


O governador Wilson Lima enfrenta um crescente desgaste popular agravado pela crise na Saúde, com a perda de apoio político e uma grande pressão popular sobre a Assembleia Legislativa do Estado (ALE) para um impeachment, que já aprovou pedido de intervenção federal na Saúde. Outro embate de Lima foi travado com o Judiciário, por desrespeitar decisão judicial.

No plano externo, Lima acaba de ser alvo de investigação solicitada pela Procuradoria Geral da República (PGR) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para apurar as denúncias de compra com sobrepreço de respiradores mecânicos para pacientes de Covid-19. Nesse momento delicado, o governador buscou se aproximar do senador Omar Aziz. Nos bastidores, o senador opera para recompor a base aliada de Wilson no Legislativo. Com a experiência de gestão na Saúde, Omar tenta salvá-lo de um impeachment, tarefa árdua como a de evitar o naufrágio de um governo à deriva.


Contrato

A Fundação Estadual do Índio (FEI) homologou registro de dispensa de licitação no valor total de R$ 16 mil para contratar empresa para confecção de 12.500 mil folders e 25 mil panfletos para ser distribuído entre os povos indígenas do Estado para informar sobre cuidados com o Covid-19.


Parlamento

A atuação do presidente da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), deputado estadual Josué Neto, tem se mostrado cada vez mais independente em relação ao governo do Estado. Trata-se de uma fator positivo na relação entre os poderes no Amazonas.


Críticas 1

Em sessão da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), o deputado (PSL) estadual Delegado Péricles disse que a demora do Governo do Estado na aquisição de respiradores não condiz com a urgência que o momento exige.


Críticas 2

Segundo o parlamentar, os poucos que foram comprados tiveram um sobrepreço absurdo e ainda não são adequados pra pacientes em estado grave. É necessário mais seriedade e competência no combate ao coronavírus.


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