A mãe da vítima, que teve a identidade preservada, informou que tem relações afetivas há nove anos com o suspeito. Após a criança relatar o abuso, a mulher acionou a polícia militar e o suspeito encaminhado a DEPCA




A mãe da vítima, que teve a identidade preservada, informou que tem relações afetivas há nove anos com o suspeito. 


“Estávamos dormindo, eu e minha filha, quando, por volta das três da madrugada, o ato aconteceu” disse a mulher.

A mulher afirmou que o homem tinha um relacionamento de pai e filha com a vítima, como se fosse um padrasto. “Mas de umas três semanas para cá, ela ficava assustada perto dele. Não queria mais ir na casa dele, só queria ficar na da avó”, pontuou.


A mulher relatou, que, pela manhã, a filha dela havia comentado que o homem tinha passado a mão na criança e tampado a boca da jovem. A mulher não confirmou se o agressor chegou a consumar o ato sexual. Questionada sobre o que deseja em relação ao suspeito, a denunciante foi categórica. 

“Eu quero que ele apodreça na cadeia. Eu quero que aconteça justiça”. Ela afirmou que o suspeito é usuário de bebida alcoólica e de drogas ilícitas. 

A mulher disse, ainda, que a vítima é cardiopata. “Ela ficou muito nervosa. Ela me contou que tentou chutar ele, mas o homem não parou”, frisou a mulher.

O suspeito permanece preso enquanto a delegada titular julga o caso e avaliação psicológica da vítima

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