Em 2019 Temer reduziu os incentivos de 20% para 4%. Em 2020 vencido o prazo do decreto de Temer, Bolsonaro DOBROU os incentivos de 4% para 8%



1. No princípio, as empresas de bebidas não-alcóolicas vieram para Manaus porque o crédito de IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, girava em torno de 40%.Aos poucos, o governo foi diminuindo a vantagem. Com o Decreto 9394/2018, o ex-Presidente Temer reduziu a alíquota do IPI do polo de concentrados da Zona Franca de Manaus (ZFM) de 20% para 4%.


2. Os cofres federais estavam saqueados. O Brasil quebrado. Os caminhoneiros em greve travando o país por redução do combustível. Não havia dinheiro para subsídio. O jeito foi atacar a economia da ZFM, quebrando o acordo com os fabricantes de bebidas não-alcoólicas para atender as ameaças dos caminhoneiros de parar o Brasil.

3. A bancada federal do Amazonas enxergou na medida uma chance de fazer média com o eleitor. Aí começou a pirotecnia política. O senador da República, E só. Omar Aziz indicou o ex-deputado federal Pauderney Avelino (DEM), uma ficção política.

4. Para evitar debandada em massa das 39 empresas do Setor, causando desemprego e fome, Temer voltou atrás e editou novo Decreto com alíquota doIPI de 4% para 12% a partir de 1º de janeiro de 2019 até junho de 2019. E de julho a Dezembro de 2019, a alíquota seria 8% e com redução para 4% a partir de 01.01.2020. Serafim, na ocasião, zombou do governo, dizendo que Temer deu um ‘bombonzinho’ para a bancada do Amazonas e jogou o problema para o próximo presidente.

5. Mentiram para o eleitor. Mesmo assim Omar, Alfredo, Pauderney & Cia preferiram fazer festa ao sinistro presidente Temer, que logo depois foi preso por corrupção e formação de quadrilha. Chega de fazer o cidadão de otário e fazer de conta que representar o eleitor é atacar quem trabalha para se dar bem.



6. Oportunistas como sempre, esses supostos representantes do povo querem transferir a responsabilidade para o Presidente Bolsonaro, que vai mais uma vez demonstrar seu compromisso com nossa região. Ou seja, Bolsonaro está assegurando uma alíquota de 8%, o dobro da herança Temer. 

7. O governo do Amazonas, um gnomo administrativo, se submete ao oportunismo de alguns arautos do “quanto pior, melhor”. Seus conselheiros, Pauderney Avelino e o Deputado Federal Marcelo Ramos (PL) se recusam a interagir com a Suframa pois seu superintendente não topa os acordos obscuros. Eles agem na lógica fria do Toma-lá, dá-cá. A única linguagem que alguns políticos utilizam para dizer que trabalham pelo Amazonas. 

8. O presidente Bolsonaro se reuniu com a entidade que representa o setor de concentrados, leu os estudos técnicos da Suframa, ponderou os milhares de empregos, mais de 10 mil, na capital, no interior e pelo país afora. E só a partir disso, decidiu dar o dobro da alíquota imposta pelo MDB e aceita pelos demais membros da bancada do Amazonas em 2018.

9. O que precisa ficar claro de uma vez por todas é que o superintendente da Suframa, o Coronel Alfredo Menezes tem uma missão. E essa missão é desenvolver o Amazonas como um todo. Não apenas a capital. Muito menos transformar Manaus num exportador líquido de recursos para o governo federal. A riqueza aqui gerada deve ser investida no crescimento sustentável da Amazônia.

10. Por fim, e também, de uma vez por todas: seria insano da parte do presidente voltar atrás em sua missão é pedir que Alfredo Menezes, seu amigo e compadre, deixe seu trabalho de lado, executado com brilhantismo até aqui e encarasse uma aventura política. Fiquem tranquilos, senhores políticos, Menezes não é candidato e o que lhes compete agora é trabalhar, verdadeiramente, pela União e pelo melhor para o Amazonas e para o Brasil.




Via Maskate News 
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