A partir de 2020, o fardamento dos estudantes da rede pública, bem como os uniformes de servidores públicos do Amazonas (polícia militar, médicos e enfermeiros, entre outros) poderão ser adquiridos de empresas de confecção instaladas em Manaus e no interior do Estado.

É o que propõe o projeto de lei n. 584/19, aprovado hoje (quarta-feira – 18) na Assembleia Legislativa do Amazonas, que cria o Programa de Regionalização da Produção de Fardamento.

O projeto, de autoria do deputado estadual Fausto Jr, foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares e busca incentivar as empresas têxteis e de confecção na capital e interior.

A ideia, segundo Fausto Jr, é organizar as pequenas e médias empresas de confecção para ter condições de atender encomendas feitas pelo governo do Estado. Outra vantagem será o barateamento da compra de uniformes e fardamentos, que serão produzidos no Amazonas com menos impostos e fretes mais baratos.

Atualmente, grande parte do fardamento escolar e de servidores públicos do Amazonas é comprado de empresas de outros Estados como São Paulo e Bahia, o que encarece o produto adquirido pelo governo do Estado.

Queremos impulsionar o setor de confecções no Amazonas, que poderá beneficiar milhares de famílias, principalmente no interior, onde existe carência de empregos 
afirmou Fausto Jr.

O deputado ressalta que o projeto também resolve o problema de falta de fardamento para estudantes da rede pública. 

Com preços mãos baixos, teremos condições de produzir mais uniformes e acabar com a falta de desse material para nossos estudantes
acrescentou Fausto.

A produção de rouparias e vestuários hospitalares também foi incorporada ao projeto, que visa oferecer lençóis, batas, toalhas e outros materiais à secretaria de Saúde do Amazonas (Susam).

Temos milhares de costureiros e costureiras em todo Amazonas trabalhando na informalidade. A ideia é unir estes profissionais para prestar serviços ao Poder Público
 propôs Fausto.

O projeto que cria o Programa de Regionalização da Produção de Fardamento segue agora para a sanção do governador Wilson Lima.

Via Assessoria de Imprensa
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