A alergia alimentar é um problema que afeta crianças e adultos com intolerância à proteína do leite de vaca e seus derivados, ao gluten e à proteína do ovo, dentre outros componentes alimentares. Manifestando preocupação com o problema, a deputada professora Therezinha Ruiz (PSDB), realizará Audiência Pública na próxima terça-feira (3), às 9h, no auditório João Bosco, da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), para discutir propostas e políticas de tratamento das pessoas com restrições alimentares.

Presidente da Comissão de Educação da Aleam, Therezinha Ruiz propõe a criação de uma Semana de Conscientização Alimentar nas Escolas, voltada para a atenção às crianças que sofrem com a Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV). A intenção é realizar seminários e debates com a participação dos pais de alunos, sobre os alimentos que causam alergias, muitas vezes com sintomas graves.


Essas propostas foram apresentadas pela Comissão de Educação, em reunião realizada no dia 5 de novembro, com o Grupo Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV-Manaus), e o Grupo de Apoio às Crianças com Alergia Alimentar do Amazonas (Criale), formados por pais que lutam para garantir direitos aos filhos que sofrem com a alergia alimentar, inclusive na merenda escolar.

Vamos ampliar o debate com a participação dos pais e familiares dos portadores de restrição alimentar, para encaminhar as reivindicações aos órgãos de saúde e de educação, em busca de políticas de tratamento e acompanhamento alimentar adequados, para que as crianças não se sintam excluídas com a refeição no ambiente escolar
 ressalta Therezinha Ruiz.

Representantes de órgãos de saúde e de educação, pais e familiares de crianças com restrições alimentares deverão participara da Audiência Pública.



Reações alérgicas



A alergia ao leite de vaca é uma reação às proteínas presentes tanto no leite da vaca quanto em seus derivados, como queijo, iogurte e demais alimentos que contenham leite. Nas pessoas com APLV, o sistema imunológico reage às proteínas, e o organismo inicia a produção de células específicas para combater as moléculas invasoras, o que desencadeia o processo alérgico.


Entre os sintomas mais comuns, destacam-se os de ordem digestiva, como a dificuldade para engolir, recusa alimentar, vômitos, cólicas intensas, diarreia, intestino preso e sangue nas fezes.


Outros sinais frequentes são os problemas de pele, que incluem inchaço nos lábios ou pálpebras, coceira na pele, urticária e dermatite. Os problemas respiratórios também costumam fazer parte dos sintomas, como asma, inchaço no peito, tosse, coriza e até pneumonia.


Via Assessoria da Deputada
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