O deputado Felipe Souza (Patriota) participou da 23ª Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (CNLE) que foi aberta, em Salvador, na noite da última quarta-feira (20), com a presença de autoridades diversas e parlamentares de todo o país. O evento de abertura ocorreu no auditório do Centro de Cultura Cristã da Bahia (CECBA), no bairro do Stiep, e encerrou nesta sexta-feira (22) tendo como tema central:

Humanizando as leis em um novo tempo


Kennedy Nunes, presidente da Unale, agradeceu a presença maciça de parlamentares de todo Brasil, ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) pela recepção e a todas as casas legislativas filiadas à Unale que ajudaram a realizar o maior evento de parlamentares da América Latina. “Trouxemos esse tema da humanização e vimos nesses três dias de conferência cases em que vários entes públicos mostraram o que estão fazendo para humanizar as leis. A lei não sente fome, não sente frio. Nós, operadores da lei, precisamos saber o que é humanização”, defendeu.


Felipe Souza, que está no primeiro mandato como deputado estadual, destacou a realização do encontro para discussão de temas de interesse de todo o Brasil e a importância de participar da entidade comprometida com pessoas. 

Esse intercâmbio de experiências e conhecimentos irá nos ajudar a melhorar na produção de leis que possam ser benéficas para toda a sociedade do nosso Amazonas
destacou Felipe Souza



Oficina de Relacionamento Digital


“Não tente vender o que o seu público não quer comprar”. Com essa orientação, o jornalista, apresentador e educador Marcelo Tas sintetizou e concluiu sua palestra para parlamentares e servidores de Assembleias Legislativas de todo o Brasil, durante a XXIII Conferência da Unale.


A dica do apresentador vem num contexto de profunda transformação da comunicação entre os políticos e os eleitores. Com o advento e a popularização das redes sociais, de acordo com Tas, essa comunicação deixou de ser analógica e passou a ser digital e, com isso, muita coisa mudou. Para ele, na era analógica um político conseguia, com mais facilidade controlar a imagem que queria vender para o eleitor. “Agora, há uma grande diferença. É preciso ter transparência e um conteúdo relevante, de valor. Precisamos valorizar as nossas publicações nas redes sociais. Só assim conseguiremos engajamento e a criação de um círculo virtuoso”, disse.


Via Assessoria de Imprensa
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