Doha, no Catar é o penúltimo destino do presidente Bolsonaro de viagem a Ásia e Oriente Médio


Presidente da República, Jair Bolsonaro durante chegada a Doha Foto: Valdenio Vieira/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, foi recepcionado em Doha, pelo emir do Catar, Xeique, Tamin Bin Hamad Al Thani, no Palácio Real. Tiveram reunião ampliada e participaram de cerimônia de assinatura de atos. Foram assinados acordos em áreas como defesa, saúde e serviços aéreos.

Entre os acordos, está a isenção mútua de de vistos de entrada nos países com os propósitos de turismo, trânsito e viagens de negócios.

O presidente disse que o país do Oriente Médio tem interesse em investir no Brasil. 
"Querem ampliar o negócio, querem diversificar”, afirmou. Emir Tamin bin Hamad Al-Thani presenteou Bolsonaro com a camisa da seleção do Catar. E o presidente brasileiro entregou uma da Seleção brasileira e outra do Flamengo.




O embaixador do Brasil no Catar, Roberto Abdalla, disse que visita do presidente estava sendo muito esperada pelo governo local.

 Nós temos um grande número de acordos bilaterais a ser firmados, que vão elevar a um novo patamar o relacionamento bilateral, que nada mais faz a jus à grandeza do nosso país e à excelência das relações do Brasil com o Catar, ressaltou.


Embaixador do Brasil no Catar comenta visita do presidente ao país






Brasil e CatarO Catar tem um população de 2,3 milhões de habitantes. Segundo o ministério da Economia a corrente de comércio entre os países somou, em 2018, cerca de US$ 540 milhões de dólares. Entre os produtos que o Brasil mais vende ao Catar, estão carne de frango congelada, fresca ou resfriada, que abrange 35% das vendas nacionais ao país árabe, seguida de minérios de ferro e seus concentrados, óxidos e hidróxidos de alumínio, partes de motores e turbinas para aviação e cobre. Por outro lado, o Brasil compra do Catar, principalmente ureia, utilizada na fabricação de fertilizantes para agricultura, gás natural e óleos lubrificantes. De janeiro a setembro deste ano o comércio entre os dois países movimentou US$ 517 milhões, com saldo positivo para o Brasil de US$ 162,35 milhões.


Via Secom/PR
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