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Aleam cria medalha Ireyde Simonetti dos direitos de crianças e adolescentes


A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) concederá a medalha do mérito Ireyde Simonetti a pessoas ou instituições que se destacam na sociedade amazonense, por ações em defesa dos direitos de crianças e adolescentes. A iniciativa que institui a medalha é da deputada professora Therezinha Ruiz (PSDB), por meio da Resolução Legislativa nº 21/2019, promulgada na sessão da última quinta-feira (11).

“Estamos instituindo esta honraria, que leva o nome da educadora Ireyde Simonetti, como forma de reconhecimento às boas práticas que atestem o compromisso com o futuro das nossas crianças e adolescentes, na área de educação, no acolhimento, na inclusão social, na garantia dos seus direitos a uma vida com dignidade”, ressalta Therezinha Ruiz.

A Resolução Legislativa estabelece que a medalha Ireyde Simonetti, será concedida pelo Parlamento Estadual, em sessão solene, preferencialmente no dia 13 de julho, data em que foi instituído pela Lei n° 8.069 o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assegurando os direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil.

Este ano, o ECA completa 29 anos de vigência, como importante ferramenta de  proteção dos Direitos Fundamentais de crianças e adolescentes, prescrevendo o direito à vida e à saúde, “mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência”.

Ireyde Simonetti
A medalha de mérito proposta pela deputada Therezinha Ruiz é também uma homenagem à educadora amazonense Ireyde Simonetti, tomando como exemplo a sua vida dedicada à educação de crianças e jovens, em Manaus.

Em sua curta existência, Ireyde Simonetti foi supervisora no Colégio Ângelo Ramazotti, foi chefe do Setor de Organização e Cooperação do Departamento Estadual da Criança. Assumiu também a chefia do Núcleo de Segundo Grau da Coordenadoria de Assuntos Educacionais da Seduc e foi gestora da creche do Colégio da Polícia Militar.

A morte da educadora, em 2004, foi marcada por um ato de nobreza, quando  ela tentava salvar uma criança de um acidente de trânsito e foram atropeladas por um ônibus. A criança se salvou, após passar por uma cirurgia, mas a professora não sobreviveu ao grave acidente, deixando um legado profissional dedicado à educação de crianças e adolescentes.

Via Assessoria da Deputada


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