A reativação e ampliação do Projeto Vidativa e a reforma da Delegacia do Idoso foram alguns dos principais assuntos abordados durante o ciclo de palestras alusivas ao Dia Mundial da Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A atividade aconteceu na manhã desta terça-feira (18), no auditório Senador João Bosco, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

O encontro contou com a presença dos conselhos Federal, Estadual e Municipal do Idoso, Pastoral do Idoso, Fórum Permanente do Idoso (Fopi), além dos representantes governamentais que trabalham com essa pauta nas esferas do Governo do Estado e da Prefeitura de Manaus.

Entre os diversos assuntos abordados nos pronunciamentos das autoridades e grupos de idosos, ficou evidente a necessidade de se combater a violência institucional praticada pelo Estado, que é causada pela falta ou pouco investimento em políticas públicas de prevenção de doenças causadas pelo envelhecimento. Outro problema é a falta de recursos para o fortalecimento da rede de proteção à pessoa idosa no Estado.

A vice-presidente da Aleam e presidente da Comissão da Mulher, das Famílias e do Idoso, deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB) reafirmou o seu compromisso com o segmento. Ela garantiu que vai trabalhar pela reativação e ampliação do Projeto Vidativa, que oferece diversas atividades para os idosos na capital e interior, e pela destinação de recursos na Lei de Diretrizes Orçamentárias para a reforma da Delegacia Especializada do Idoso (Parque Dez).

“Essa é uma semana em que o mundo inteiro está discutindo a questão da violência contra a pessoa idosa e eventos como este servem para dar visibilidade ao tema. E aqui na Assembleia o trabalho é criar políticas públicas por meio de leis e fiscalizações para garantir os direitos dessas pessoas”, disse Alessandra.

A deputada avaliou que os últimos governantes não deram a atenção que os idosos merecem. Para ela, não houve avanços em políticas públicas para essa parcela da população.

“Embora dois dos ex-governadores fossem pessoas idosas (José Melo e Amazonino), esses não tiveram esse olhar para esse segmento da sociedade. A gente tem dificuldade no atendimento médico, no atendimento psicossocial. Os idosos têm dificuldade, inclusive de locomoção, porque as ruas não têm calçadas e estão esburacadas. Fora isso tem a questão da violência que atinge a todos e, principalmente, os idosos que quando estão nas ruas são muito vulneráveis”, concluiu Alessandra.


Via: Assessoria da Deputada



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